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Vingadora: entre o resgate e a vingança

Filme estrelado por Milla Jovovich entrega intensidade nas cenas de ação e emoção em drama materno.

O filme “Vingadora”, lançado nos cinemas brasileiros em 26 de março de 2026, teve como protagonista a atriz Milla Jovovich, conhecida por sua presença em grandes filmes de ação, como “Resident Evil”.

Nessa nova dramaturgia cinematográfica, Milla interpreta Nikki, uma ex-militar que viveu durante 15 anos em guerra, período em que não pôde conviver diariamente com sua filha, Chloe. Durante esses anos, Chloe foi criada pelo pai até os seus últimos anos de vida, quando ele infelizmente faleceu em decorrência de um câncer. Nos últimos dias de vida do marido, Nikki precisou abandonar a carreira militar e se dedicar integralmente aos cuidados da filha.

Porém, os dias seguintes não foram tranquilos. Após discutir com a mãe, Chloe saiu escondida para comemorar seu aniversário juntamente com as amigas. Ao descobrir e chegar ao local, Nikki se deparou com aquilo que mais temia: sua filha estava sendo levada por desconhecidos para um lugar que ela sequer imaginava onde encontrar. A única certeza que tinha era de que possuía apenas 72 horas para resgatar a filha.

O filme tem grandes pontos positivos capazes de atrair a atenção do telespectador, principalmente pela tensão demonstrada pela protagonista em encontrar sua filha o mais rápido possível, antes que o tempo acabe. Porém, devido às cenas rápidas e à violência constante, com Nikki sempre pronta para atirar no próximo suspeito de ter sequestrado sua filha, o roteiro acaba seguindo caminhos previsíveis e raramente surpreendentes.

Percebemos em algumas resenhas críticas, assim como na visão de parte do público que assiste ao filme, é que a temática apresentada é bastante atual, por envolver uma organização criminosa de sequestro conhecida como Sindicato, cujo modus operandi é o tráfico de menores de idade. Entretanto, a narrativa acaba se perdendo no excesso de violência presente durante todo o filme, deixando em segundo plano o amor materno e a preocupação da protagonista, enquanto o foco se concentra mais na sua fúria em assassinar os inimigos.

 

Por Geovana Gonçalves

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